quinta-feira, 22 de abril de 2010

O avô velhinho

Um velhinho que se chama António e tem 109 anos, quase 110 anos, tem uma filha com 80 anos, a sua mulher tem 100 anos.
O António tirou a carta com 17 anos e começou a guiar aos 19 anos, agora ainda guia.
Numa viagem de carro, ele conheceu a Tartaruga Genial, que tem 559 anos, e também conheceu o Sandaku, que tem 4 anos (nasceu em 2006)
Eles quiseram fazer um filme e conseguiram fazer um chamado Dragon-ball! Ficaram felizes.

Diogo Manuel

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Projecto "Horta" (16)

A mãe da Ana Sofia Mesquita, senhora Dulce, escreveu um comentário no nosso blogue e nós gostámos.
Não sabemos porque é que a nossa horta é original.
As nossas sementes são de salsa, espinafres, de cenoura, couve, abóbora e mais duas que não sabemos de que são.

Hugo e Diogo Alexandre

O Duarte

Era uma vez um menino chamado Duarte, ele vivia numa casinha amarela e estava sempre em casa a estudar. A professora dava-lhe uma boa nota no seu trabalho e ele ficava feliz porque valia a pena estudar.

Bárbara e Rita
Eu no sábado acordei e fui tomar o pequeno-almoço e, mal acabei, fui tomar um duche (tomar banho) e depois de tomar o duche e fui brincar com o meu primo em casa dele.
Voltei para minha casa, comi, fui ao blog e fui dormir às duas da manhã.
Foi fixe!

Ana Sofia Mesquita

Transformas

Era uma vez três carros bons, chamados Banbalby, Haotóbokes e o Maik e moravam todos na mesma garagem.
Um dia eles tiveram que lutar com os carros maus, porque no dia doze de Janeiro os maus invadiram a cidade deles e nessas situações os carros bons transformavam-se em robôs.
Depois de muitas batalhas os bons ganharam porque eram muito fortes! No fim foram para casa.


Ana Rosália e Fernando
Um jovem caçador caminhava por um bosque quando encontrou uma velhinha que lhe pediu uma esmola.
O jovem deu-lhe tudo o que tinha.
A velhinha agradecida, disse-lhe:
- Encontrarás todos os dias debaixo da almofada, umas moedas de ouro e quando vires uns passarinhos brincando com uma capa, dispara um tiro e apanha a capa.
O caçador não acreditou no que aquela boa mulher tinha dito, mas encontrou os pássaros com a capa.
Disparou um tiro e pegou na capa.
Pela manhã, pensando no que lhe tinha dito a anciã, olhou para debaixo da almofada e encontrou um punhado de moedas de ouro:
-Agora que tenho dinheiro- pensou o jovem
- vou percorrer o mundo.

Igor e Diana, minha irmã

A sereia e o ogre

Era uma vez uma sereia, ela era muito bonita e tinha cabelo cabelo cor-de-laranja.
Um dia um ogre passou à beira-do-mar e a sereia viu-o e disse:
-Olá!
-Olá! – respondeu o ogre.
A sereia perguntou ao ogre se queria nadar. O ogre disse que não, porque não sabia nadar.
A sereia ensinou o ogre a nadar e ficaram amigos para sempre.

André

segunda-feira, 19 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O Martim Manhã



A Rosália apaixonada pelo Duarte

Era uma vez uma menina chamada Rosália, que estava apaixonada por um rapaz chamado Duarte e esse rapaz também estava apaixonado pela Rosália.
As amigas da Rosália apaixonada
- Sara, Catarina, Rita, Ângela, Ana Mesquita, Maria, Ana Filipa, Mariana, Henriqueta, Bárbara e a melhor amiga da Rosália era a professora - estavam a brincar com ela.
A Rosália acha o Duarte muito giro, mas as amigas dela acham que o Duarte é feio, tinham ciúmes porque gostavam do Duarte.
O Duarte também acha que a Rosália é bonita, mas os seus amigos
– Tiago, Diogo Manuel, Fernando, Ricardo , João Paulo , Diogo Filipe , André , Diogo Alexandre , Igor , Hugo - tinham ciúmes, porque gostavam da Rosália.
Um dia o Duarte pediu a Rosália em casamento.
Um dia, a Rosália fez um bebé com o Duarte.
Passados nove meses o bebé nasceu.
O Duarte e a Rosália deram o nome Isabel à menina.
Os três viveram felizes para sempre.


Maria Alexandra Moreira Lopes

quinta-feira, 15 de abril de 2010


No dia 13 de Abril, na Biblioteca da Escola, nós estivemos a ouvir a história do “Capuchinho Vermelho”.
A história foi contada em teatro!
A professora Carla Cunha imprimiu as figuras do Capuchinho Vermelho; do Lobo Mau; d o caçador; da avó; de um coelho e de um caracol. Depois trabalhou com essas personagens numa espécie de teatro de fantoches, que fez em cartolina e com uma caixa.
Nós gostámos muito de ver a professora Carla Cunha a apresentar esta peça de teatro.

Catarina e Bárbara

O aluno que gostava de futebol

Era uma vez um menino chamado André, ele gostava de jogar à bola!
Um dia um professor da escola dele foi à sala onde o André estava a ter aulas e convidou
-o para jogar na equipa da escola contra outra escola!
O André ficou tão contente que ficou sem palavras!
Agora, espera que o jogo da escola corra bem.
No mesmo dia, O André também vai ter treino na equipa dele, A. R. do Freixieiro.
Ele pergunta-se a si próprio se vai ganhar.

André

Uma menina

Era uma menina que se chamava Andreia.
Ela andava na escola e era muito boa aluna.
Um dia ela chegou a casa e a mãe disse:
- Que bom! Tu não vais chumbar, vais passar de ano! Aproveita as ferias para ver televisão e brincar.


Ana Sofia Mesquita Cunha

Na escola

Era uma vez um menino chamado Rodrigo. Ele gostava muito da escola e era muito dedicado e, por isso, tinha muito boas notas.
Um dia teve más notas. A mãe, que se chamava Alice, ficou muito triste e perguntou-lhe:
- Porque tiveste más notas?
E ele respondeu:
- Mãe, brinquei…
- Então vai para o teu quarto, pensa no que fizeste e não voltes a repetir!
O Rodrigo pensou e nunca mais teve más notas!

Duarte e Rita

A Menina do Mar

Era uma vez uma menina chamada Menina do Mar .
A Menina do Mar vivia debaixo do mar.
A dona do mar chamava-se Tubarina.
Um dia a Menina do Mar encontrou-se com o Menino do Mar.
A Tubarina não gostava do Menino do Mar.
Disse aos povos para penderem o Menino do Mar.
Os polvos apanharam o Menino do Mar e levaram-no para longe da Menina do Mar.
E a Menina do Mar viveu triste para sempre.


Mariana

quarta-feira, 14 de abril de 2010

"A Fada Oriana" (7)

A Catarina leu a sétima parte de “A fada Oriana”.
A Catarina precisa treinar a leitura.
Descobrimos que a fada Oriana foi levar a velha à cidade, apressada, porque estava a ficar vaidosa e queria ir ver-se no rio.


João Paulo e Bárbara

A minha Páscoa

De manhã, no dia de Páscoa, o compasso foi a minha casa.
Eu, a minha mãe e o meu pai demos um beijinho na cruz.
Depois eu levei amêndoas à minha tia, ao meu avô e à minha avó.
À noite, eu, a minha mãe e o meu pai comemos um ovo de chocolate.


Mariana

O gato às cores

Era uma vez um gato que não era como os outros gatos, era um gato muito colorido.
Todos os gatos se riam:
- Ah! Ah! Ah!
- e o gato ficava triste.
O gato não tinha amigos, mas um dia ele encontrou uma gata igual a ele conheceram
-se um ao outro, ficaram muito amigos.
Um dia a gata caiu ao rio e o gato não sabia nadar, mas não ia deixar a gatinha morrer afogada e foi salva-la!
A gata deu um beijinho ao gato.
Quando aconteceu isso os outros gatos ficaram com muitos ciúmes por ele ter salvado a gatinha, pensaram melhor e decidiram pedir desculpa ao gato e à gata.
Ficaram felizes para sempre!



Ângela e Ana Rosália