quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Menina do Mar

Estamos a ler a história “A Menina do mar”, de Sophia de Mello Breyner e o André leu-nos a primeira parte.



A casa é branca e tem sete janelas, uma porta e uma varanda de madeira verde à beira da praia.


A casa é importante porque o menino se sente seguro dentro dela.
O rapaz tinha inveja das algas porque ele gostava de ir para a água, mas tinha medo de se afogar.

A praia era deserta e era um sítio onde o rapaz se sentia bem, onde ele gostava de ir quando estava triste. Nas poças de água havia um peixe roxo e caranguejos.
Seres vivos das rochas: búzios, anémonas, lapas, algas, limo e ouriços-do-mar.

A maré é a força do Sol e da Lua sobre a água do mar.
A maré cheia é um movimento que se dá duas vezes por dia. É quando a água tapa as rochas.
A maré baixa é mais fraca. Com a maré baixa vêm

-se as rochas.
A Lua e o Sol fazem o movimento das águas do mar.
Quando há Lua Nova e quando há Lua Cheia as forças da maré são maiores: acontecem as marés vivas.
O equinócio acontece um dia no mês de Março e um dia no mês de Setembro. No equinócio os dias são tão grandes como as noites. Depois do equinócio de Março os dias são maiores que as noites (Primavera e Verão).
Depois do equinócio de Setembro os dias são mais pequenos que as noites (Outono e Inverno).
À noite o rapaz estava na cama e ouvia o combate entre o mar e o vento, adormeceu embalado e em segurança em casa.


A história acontece na praia e em casa, com um rapaz.

Texto colectivo